Suspeita seria responsável pelo controle das dívidas de jovens aliciadas.
Ela foi presa em Altamira e será ouvida pela polícia do município.
A polícia do Pará prendeu nesta quinta-feira (21) em Altamira, sudoeste do estado, uma mulher suspeita de aliciar jovens do sul do país para o trabalho em prostíbulos do Pará. Ela negou que teria aliciado e traficado pessoas com a promessa de altos salários, mas assumiu que lucrava com a prostituição de 18 pessoas em boates de Vitória do Xingu, disse a polícia.
A suspeita compareceu espotâneamente à superintendência de polícia de Altamira para prestar esclarecimentos sobre o caso e, ao final do depoimento, recebeu voz de prisão. De acordo com os policiais, ela não sabia que havia mandado de prisão em seu nome. A suspeita será indiciada pelos crimes de tráfico humano, exploração sexual, trabalho escravo, formação de quadrilha e submeter adolescente à prostituição.
A suspeita compareceu espotâneamente à superintendência de polícia de Altamira para prestar esclarecimentos sobre o caso e, ao final do depoimento, recebeu voz de prisão. De acordo com os policiais, ela não sabia que havia mandado de prisão em seu nome. A suspeita será indiciada pelos crimes de tráfico humano, exploração sexual, trabalho escravo, formação de quadrilha e submeter adolescente à prostituição.
Segundo a polícia, a suspeita é natural de Santa Catarina e seria responsável por administrar as dívidas das jovens com os aliciadores, o que ocorria por meio de um caderno, onde era feita toda a contabilidade de pelo menos uma das boates que foram fechadas pela polícia na última quarta-feira (14).
Entenda o caso
Vários casos de tráfico humano foram descobertos no Pará após uma adolescente de 16 anos fugir de uma boate que seria de propriedade da suspeita. Ela denunciou o crime ao conselho tutelar, que acionou a polícia. Os policiais intensificaram o combate à exploração sexual em municípios da região do Xingu. Até o momento quase 40 vítiams foram libertadas, e quatro pessoas foram presas.
Vários casos de tráfico humano foram descobertos no Pará após uma adolescente de 16 anos fugir de uma boate que seria de propriedade da suspeita. Ela denunciou o crime ao conselho tutelar, que acionou a polícia. Os policiais intensificaram o combate à exploração sexual em municípios da região do Xingu. Até o momento quase 40 vítiams foram libertadas, e quatro pessoas foram presas.
As vítimas eram traficadas para o município de Vitória do Xingu, sudoeste do Pará, com a promessa de receber uma grande quantia em dinheiro, mas ao chegar no estado eram obrigadas a se prostituir para pagar dívidas.
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